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No topo da cidade, o castelo de Heidelberg é um símbolo do Romantismo alemão com suas famosas ruínas, que contam a história de guerras e um casamento que marcou a História da Europa.
Para o viajante que está hospedado em Frankfurt, fazer uma visita a esta bela cidade valerá a pena. A viagem dura cerca de 1 hora, podendo utilizar carro ou trem.
Tabela de conteúdos

Castelo de Heidelberg ou palácio de Heidelberg? Os dois
O castelo de Heidelberg é hoje chamado de palácio, porém, em sua origem, era de fato um castelo fortificado. Após o casamento de Frederico V, príncipe-eleitor do Palatinado, com Elizabeth Stuart da Inglaterra, em 1613, o castelo é então transformado em um palácio para receber sua amada e toda a comitiva vinda de Londres com todo o requinte ao qual ela estava habituada.
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Como o Castelo de Heidelberg se tornou uma ruína
O castelo de Heidelberg passou por diversos abalos: foi danificado na Guerra dos Trinta Anos e posteriormente, os franceses invadiram a cidade, no final do século XVII, destruindo-o novamente durante Guerra da Grande Aliança ou Guerra dos Nove Anos. Entretanto, não foi “apenas” isso que destruiu parcialmente a construção. Em 1537, um raio explodiu o paiol de pólvora do antigo castelo superior, mais acima na colina, e em junho de 1764 dois raios incendiaram o próprio palácio, o que selou a sua ruína.

Liselotte e as guerras francesas
Os franceses vieram por causa de uma herança. Elisabeth Charlotte do Palatinado, conhecida como Liselotte, nasceu no castelo em 1652 e se casou com Filipe de Orléans, irmão de Luís XIV. Quando o irmão dela, o príncipe-eleitor Karl II, morreu sem filhos em 1685, Luís XIV reivindicou terras do Palatinado em nome dela. As tropas francesas incendiaram o castelo e a cidade ao se retirar, em março de 1689, e em setembro de 1693 voltaram e detonaram 38 minas. Metade da Torre da Pólvora deslizou para o fosso, onde está até hoje. Mark Twain, que passou por Heidelberg em 1878, descreveu a torre partida ao meio, com uma das metades tombada de lado.
Por que o castelo continuou em ruínas
Em 1720, o príncipe-eleitor Carl Philipp brigou com os protestantes de Heidelberg e levou a corte para Mannheim. Seu sucessor, Carl Theodor, chegou a pensar em voltar, até que os raios de junho de 1764 encerraram o plano, e os moradores levaram pedras das ruínas para construir suas casas. Quem salvou o que restava foi um francês: o conde Charles de Graimberg chegou por volta de 1810 para desenhar as ruínas, viu que estavam sendo usadas como pedreira e, em 1811, mudou-se para o castelo para vigiá-lo ele mesmo. Suas gravuras tornaram as ruínas famosas, e os poetas do Romantismo de Heidelberg já tinham feito delas um símbolo.

Uma Breve história do castelo de Heidelberg
Suas primeiras construções datam por volta do ano de 1300 e o castelo era usado como residência da maioria dos príncipes eleitores. O castelo de Heidelberg é composto de vários edifícios, cada qual de um período, ao redor de um pátio interno. Do terraço é possível ter uma vista da cidade de Heidelberg até o horizonte, do rio Neckar e da ponte Karl-Theodor, um dos símbolos da cidade.

A vista do castelo, ponto por ponto
- Igreja do Espírito Santo. Em suas galerias ficava a Biblioteca Palatina, levada por Tilly em 1622.
- Portão da Ponte. As duas torres na entrada da ponte, do lado da cidade velha.
- Ponte Velha. Construída sob Carl Theodor, o mesmo príncipe-eleitor do Grande Barril.
- Rio Neckar, a caminho do Reno, em Mannheim.
- Heiligenberg, com o Caminho dos Filósofos na encosta. Veja o nosso guia.
O Friedrichsbau por exemplo é um dos edifícios proeminentes dentro do complexo do castelo. Restaurado entre 1897 e 1900 por Carl Schäfer, o Friedrichsbau, apesar de seus interiores terem sido devastados por incêndio, nunca esteve em ruínas e permanece como um testemunho da brilhante arquitetura de uma era passada.

O pátio, prédio por prédio
- Friedrichsbau (1601 a 1607). Estátuas dos antepassados dos príncipes-eleitores, até Carlos Magno; as originais estão lá dentro.
- Capela, no térreo, até hoje procurada para casamentos.
- Salão de Vidro, nome que vem dos espelhos venezianos do salão superior.
- Torre do Sino, antiga torre de artilharia do século XV, depois torre de sino e mirante.
- Ottheinrichsbau, sem telhado desde o incêndio causado por um raio em 1764.

Adjacente ao castelo está o renomado Hortus Palatinus, ou o Jardim do Palatinado (Veja mais sobre ele abaixo). Este jardim, uma vez considerado a “Oitava Maravilha do Mundo”, nunca foi totalmente realizado devido ao surto da Guerra dos Trinta Anos. Projetado por Salomon de Caus, o jardim deveria ser uma obra-prima do design de paisagem renascentista. Discussões e debates sobre sua reconstrução têm surgido ao longo dos anos.

Com a visita guiada privativa no castelo de Heidelberg, você conhecerá a parte interna dos edifícios restaurados no século XIX e verá como era a vida e história de Heidelberg em outros tempos. Na parte externa do castelo, encontra-se o jardim do palácio, o “Hortus Palatinus”, o qual já foi considerado por alguns a oitava maravilha do mundo do passado antes de ser destruído pelos franceses.







O Maior barril de vinho do mundo está no castelo de Heidelberg

O “Heidelberg Tun” possui números impressionantes. 7 metros de altura, 8,5 metros de largura e capacidade de 220.000 litros de vinho. E ainda há uma grande curiosidade inusitada, a escada que dá acesso a parte de cima do barril tinha a finalidade de dar acesso a uma pista de dança que havia no topo deste gigante.
Muitos se perguntam do porquê de um barril tão grande, seriam os moradores do castelo tão vorazes consumidores do vinho desta região? Certamente o consumo de vinho era grande, mas não tanto que justificasse um barril tão grande, na realidade, eles eram utilizados para armazenar o dízimo de vinhos pagos pelos produtores da região do Palatinado.
Mas nem sempre o grande barril, que podemos visitar atualmente, esteve lá. Em 1591 foi construído o original, de menor dimensão, com capacidade de “apenas” 130.000 litros. Infelizmente, assim como grande parte do castelo, ele também foi destruído na Guerra dos 30 Anos. Em 1664 foi erguido outro grande barril, dessa vez com maior capacidade, podendo comportar até 200.000 litros. Porém foi só em 1751 que finalmente foi construído o atual barril, pelo príncipe eleitor Carl Theodor, que está disponível para visitação durante o passeio guiado no castelo.
Perkeo, o guardião do barril
O barril tem um guardião. Clemens Pankert, do Tirol do Sul, chegou à corte do príncipe-eleitor Carl Philipp no início do século XVIII como bobo da corte, copeiro e responsável pela adega. Quando lhe ofereciam mais uma taça, respondia “Perché no?” (“Por que não?”), e o apelido Perkeo pegou. Diz a lenda que ele esvaziava o barril sozinho e que morreu no dia em que tomou um copo de água. Sua figura de madeira pintada continua ao lado do barril, junto a um relógio de brincadeira com uma surpresa para quem puxa a alavanca.
Museu Alemão de Farmácia (Deutsches Apotheken-Museum)

Durante a visita a este museu, os viajantes encontrarão diversos tópicos exibidos e ambientes interessantes, como a farmácia barroca da antiga abadia beneditina logo no início do passeio e a “Farmácia Infantil”, que possui, dentre outras exposições, a “Estação da Fragrância”, uma área totalmente interativa para as crianças.

Como ler a fachada do Ottheinrichsbau
- Janelas vazias: os andares superiores estão sem telhado desde 1764.
- Heróis e virtudes de Alexander Colin; as originais estão nos salões internos.
- Portal central, com o retrato do próprio Ottheinrich no frontão.
- Térreo, coberto de novo no século XX, sobre o Museu Alemão de Farmácia.

Com o nosso passeio guiado a Heidelberg, os viajantes conhecerão todos esses lugares e vivenciarão todas as encantadoras experiências que os aguardam. Além de descobrir mais curiosidades e mistérios deste lugar fantástico. Com nossas visitas guiadas privativas, o viajante é levado aos bastidores do palácio, não abertos ao grande público.




Hortus Palatinus, ou Jardim Palatino: passeio pelos jardins do Castelo de Heidelberg
O Hortus Palatinus, ou Jardim Palatino, foi um dos jardins renascentistas mais significativos da Alemanha, construído a partir de 1616 e infelizmente nunca completado. Este jardim, localizado no Castelo de Heidelberg, foi considerado um dos jardins mais famosos da Europa em seu tempo, sendo até chamado de “oitava maravilha do mundo” por seus contemporâneos.


A Criação do Hortus Palatinus no Jardim do Castelo
O Hortus Palatinus foi uma criação de Salomon de Caus, um renomado arquiteto e engenheiro, a mando de Friedrich V para sua esposa, Elizabeth Stuart, no início do século XVII. Este jardim, que infelizmente nunca foi completamente finalizado, era para ser um santuário de beleza, reflexão e tranquilidade, um presente de amor de Friedrich para Elizabeth.
O design do jardim incluía terraços distintos, cada uma com sua própria identidade e propósito. A beleza do jardim era realçada por grotas, fontes e esculturas, e cada elemento foi meticulosamente planejado para criar um ambiente de serenidade e contemplação. A Redoute, uma construção em forma de torre, permitia uma visão panorâmica do entorno, proporcionando uma experiência visual única.
Incompleto, mas Inesquecível
Apesar de o Hortus Palatinus nunca ter sido concluído devido às turbulências da época e aos conflitos subsequentes, o que foi construído deixou uma impressão duradoura. O jardim, mesmo inacabado, era um testemunho do esplendor e da inovação artística do período renascentista.
O jardim tem uma segunda história de amor. Em setembro de 1815, Goethe passeou por aqui com Marianne von Willemer, mostrou a ela uma árvore de ginkgo e escreveu para ela o poema “Gingo biloba”. Uma pedra com versos dela está hoje no jardim.

Deterioração, Restauração e Discussões de Reconstrução
O jardim sofreu danos significativos ao longo dos anos, e muitas de suas estruturas originais foram perdidas. No entanto, no século XX, foram realizados esforços para restaurar e preservar o que restava do Hortus Palatinus. Houve também discussões e tentativas de reconstrução do jardim, visando reviver a visão original de Salomon de Caus e Friedrich V, mas essas discussões são complexas e envolvem diversas considerações, incluindo a integridade histórica e a viabilidade prática.

O Castelo de Heidelberg Durante a Guerra dos 30 Anos
O Castelo de Heidelberg, um símbolo do Romantismo alemão, não foi poupado das devastações da Guerra dos 30 Anos, que se estendeu de 1618 a 1648.
No coração desta narrativa está Frederico V, o Eleitor Palatino, mais conhecido como o “Rei do Inverno”. Sua ascensão ao trono da Boêmia foi um desafio direto ao poder do Imperador Habsburgo, Ferdinand II, e acendeu as chamas do conflito. Frederico V não é apenas uma figura central devido ao seu breve reinado e ao seu papel no início da guerra, mas também por seu romance com Elizabeth Stuart, filha do rei James I da Inglaterra. O casamento de Frederico e Elizabeth foi uma união de amor e devoção mútuos, um raio de luz em tempos de adversidade, produzindo muitos descendentes que se entrelaçaram com a realeza e nobreza europeia.
Em 1620, o Palatinado viu a guerra se aproximar quando as forças católicas invadiram a região.

Em 1622, o castelo enfrentou um cerco liderado pelo General Tilly, principal comandante das forças da Liga Católica. Apesar de suas robustas fortificações, o castelo sucumbiu aos ataques, sendo capturado, marcando um momento crucial na guerra. O castelo foi saqueado, mas as ruínas que vemos hoje vieram depois, com os franceses em 1689 e 1693.

Após o cerco, o General Tilly ordenou o saque do castelo. Artefatos preciosos, obras de arte e documentos históricos foram levados. A biblioteca do Palatinado, guardada nas galerias da Igreja do Espírito Santo, logo abaixo do castelo, também não foi poupada, e sua extensa coleção de manuscritos e livros foram levados, muitos dos quais foram transportados para o Vaticano, onde a maioria permanece até hoje; 847 manuscritos alemães voltaram a Heidelberg em 1816.
A destruição e o saque do Castelo de Heidelberg tiveram um impacto profundo na região e a outrora próspera cidade de Heidelberg enfrentou um período de declínio e dificuldade. O castelo, um símbolo de poder e prestígio, simbolizava a devastação trazida pela guerra.
Personagens como o General Tilly e Frederico V, o Eleitor Palatino durante os anos iniciais da guerra, cuja aceitação da coroa boêmia foi um catalisador para o conflito, desempenharam papéis cruciais durante este período tumultuado. Frederico V viu o Palatinado enfrentar imensa destruição e passou grande parte de sua vida no exílio.



Uma história de amor e guerra no Castelo de Heidelberg
Vamos aqui contar uma interessante e curiosa história, uma de muitas que são contadas pelos nossos guias nos passeios guiados pelo castelo de Heidelberg.

No cenário imponente do Castelo de Heidelberg, uma interessante e poderosa história de amor aconteceu com graves impactos em toda a Europa. Uma aliança e amor foi selado entre Friedrich V, o Príncipe-Eleitor do Palatinado (Senhor do castelo de Heidelberg), e Elizabeth Stuart, a filha encantadora do rei James I da Inglaterra.
Este casamento, orquestrado em 1613, foi uma poderosa união entre forças protestantes, contra a ascendência católica-habsburga na Europa. Porém logo se tornou mais que isso pois os noivos se apaixonaram profundamente, algo não necessariamente normal em casamentos arranjados dentro da nobreza Europeia.
Celebração e União:
O casamento foi uma celebração grandiosa, marcada por festividades em Londres e Heidelberg, recheadas de música, torneios e bailes de máscaras. Esta união dinástica, inicialmente concebida por razões políticas, foi um marco da aliança protestante, sendo calorosamente celebrada por aqueles que ansiavam por um contrapeso ao poder Católico dos Habsburgo.
Os fogos de artifício da chegada de Elizabeth, em 1613, duraram mais de duas horas, e a iluminação do castelo que acontece hoje remete a eles; a luz vermelha lembra os incêndios de 1689 e 1693. Mark Twain chamou a iluminação do Castelo de Heidelberg de uma das grandes atrações da Europa.
Vida Conjugal em Heidelberg:
Elizabeth, a animada princesa Stuart, e Friedrich, o melancólico Eleitor do Palatinado, encontraram um no outro um refúgio. O Castelo de Heidelberg tornou-se o cenário de sua coexistência harmoniosa, um lugar onde o seu amor e o compromisso floresceram em meio às responsabilidades e aos desafios políticos.
O Presente de Aniversário digno de ser visto em nossos passeios guiados por Heidelberg.
Em 1615, Friedrich V presenteou Elizabeth com o Portão Elizabeth, uma maravilha arquitetônica construída em uma única noite, (segundo a lenda). Este presente não foi apenas um testemunho de amor, mas também uma adição significativa ao Castelo de Heidelberg, que também já tinha ganhado a Ala Inglesa, construída para ela entre 1612 e 1614, e o novo jardim, o Hortus Palatinus, projetado por Salomon de Caus, engenheiro francês que havia trabalhado na Inglaterra para o irmão de Elizabeth.


Tudo estava armado para uma história de muitos dias felizes dignas de qualquer castelo e história da Disney. No entanto, o destino tinha outros planos, e as sombras da guerra começaram a se formar no horizonte. Friedrich em 1619 cometeu o erro de aceitar a coroa da Boêmia (hoje República Tcheca) já que há muito este povo buscava um novo rei protestante (leiam sobre a defenestração de Praga, um interessante acontecimento). Este foi um grave e imperdoável desafio ao Imperador do Sacro Império Ferdinand II, acendendo o estopim do conflito iminente. Esta decisão viria a agravar a guerra dos 30 anos, que tinha começado em Praga em 1618 e se tornou a mais sangrenta guerra que toda a Europa já tinha visto até aquele momento.
A jornada de Friedrich como Rei da Boêmia foi abruptamente interrompida pela derrota na Batalha da Montanha Branca em 1620. O exílio tornou-se a realidade amarga para Friedrich e Elizabeth, com o Castelo de Heidelberg, o lar que tanto amavam, sendo tomado pela guerra e em grande parte destruído.
Apesar das provações e da separação de seu castelo, o compromisso de Friedrich e Elizabeth com seus ideais e um com o outro permaneceu firme. Friedrich, até seu último suspiro em 29 de novembro de 1632 em exílio, manteve a esperança de um dia retornar ao seu lar e terras hereditárias.












Passeios Guiados por Heidelberg e toda a Alemanha: explore mais histórias conosco
Convidamos você a se juntar a nós para descobrir esta e muitas outras histórias fascinantes em nossos passeios guiados por Heidelberg, pelo seu icônico castelo e por toda a Alemanha.
Duas lendas que nossos guias contam
No Grande Terraço, uma cavidade em forma de pé no arenito é chamada de Salto do Cavaleiro. A lenda diz que um cavaleiro pulou de uma janela e caiu ali, e a tradição promete uma vida feliz a quem tiver o pé do tamanho da marca. Na torre do portão, a argola de ferro da porta tem uma rachadura. Quem conseguisse partir a argola com os dentes, diz a história, ganharia o castelo. Uma bruxa tentou, quebrou os dentes e deixou ali a sua “mordida”.
Como visitar o Castelo de Heidelberg
Você pode subir a pé pelas ladeiras a partir do Kornmarkt ou pegar o funicular Bergbahn, que sobe do Kornmarkt desde 1890. O ingresso do castelo inclui o funicular, o pátio, o Grande Barril e o Museu Alemão de Farmácia; os interiores do palácio só podem ser vistos em visita guiada. Reserve pelo menos duas horas com a visita aos interiores, e mais se quiser seguir até o Königstuhl pelo trecho superior do funicular, inaugurado em 1907 e ainda com vagões históricos. Horários e preços mudam, então confira as informações oficiais para visitantes antes de ir.
Como organizamos a sua visita
Muitas vezes começamos pela sala das maquetes do Ruprechtsbau, onde o castelo ainda aparece inteiro, para que as ruínas façam sentido depois. Daí em diante, o guia conta as histórias desta página nos lugares onde elas aconteceram.

- Passeio privativo com guia oficial que fala português, incluindo os interiores restaurados.
- Um guia com traje de época pode conduzir parte do passeio.
- Bate e volta de Frankfurt com motorista particular, cerca de uma hora em cada sentido. Veja o nosso bate e volta a Heidelberg, ao Vale do Reno e a Rothenburg.
- Eventos especiais, quando as datas coincidem: a iluminação do castelo com fogos, o festival de verão ou o mercado de Natal na cidade velha. As datas mudam de ano para ano, e conferimos com as suas.
- Uma viagem maior, numa rota dos castelos ou num roteiro sob medida pela Alemanha.


Conte as suas datas pelo nosso formulário de contato e respondemos por e-mail.
Não perca a oportunidade de explorar o passado e descobrir as histórias que moldaram o presente.











