Entre em contato através do nosso e-mail:
[email protected]
Guia visual · Alpes italianos · UNESCO
O guia completo dos picos de rocha clara dos Alpes italianos
As Dolomitas são uma cordilheira dos Alpes no nordeste da Itália, Patrimônio Mundial da UNESCO, onde paredões de rocha clara se erguem sobre prados verdes e lagos de água translúcida. Neste guia: onde ficam, como chegar, quando ir e o que ver, com um roteiro de três dias para começar.

Quem dirige pelo norte da Itália a caminho da Áustria ou da Alemanha passa pertinho das Dolomitas (em italiano, Dolomiti). Elas não se parecem com nenhum outro trecho dos Alpes: a rocha tem um tom claro, quase rosado ao entardecer, e as formações sobem retas como torres. Neste guia reunimos o essencial para você entender a região e, se quiser, ver como desenhamos um roteiro sob medida por ali. Esta página faz parte da nossa rota da Alemanha à Itália, passando pela Áustria.
Atualizado em outubro de 2026.
Onde ficam as Dolomitas
As Dolomitas ficam no nordeste da Itália e se distribuem por três regiões: o Trentino-Alto Ádige (que inclui o Tirol do Sul, de cultura germânica e bilíngue), o Vêneto e o Friuli-Venécia Júlia. São uma cordilheira dos Alpes reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO pela combinação rara de geologia e paisagem.
- 1 Tre Cime di Lavaredo
- 2 Lago di Braies
- 3 Seceda
- 4 Alpe di Siusi
- 5 Marmolada
- 6 Passos Sella e Pordoi
- 7 Lago di Carezza
- 8 Val di Funes
- 9 Lagazuoi e Cinque Torri
- 10 Lago di Misurina
O nome vem da dolomita, a rocha que dá às montanhas aquela cor clara. Ela foi descrita em 1791 pelo geólogo francês Déodat de Dolomieu, a partir de amostras recolhidas no Tirol; no ano seguinte, a rocha ganhou o nome dele, e as montanhas o herdaram depois. Em vez de uma única serra, pense em grupos de maciços separados por vales e passos de montanha. Entre os pontos mais célebres estão as Tre Cime di Lavaredo (em alemão, Drei Zinnen), a Seceda, o planalto Alpe di Siusi (Seiser Alm, um dos maiores planaltos alpinos da Europa), o Lago di Braies (Pragser Wildsee), a Marmolada (o pico mais alto da cadeia), o Sassolungo, o Val Gardena, os passos Sella e Pordoi e Cortina d’Ampezzo.
Por que a rocha é tão clara
Estas montanhas já foram o fundo de um mar tropical. Há cerca de 250 milhões de anos, algas, corais e esponjas ergueram ali recifes e atóis, que viraram rocha e, muito depois, foram empurrados para o alto pelo choque entre as placas africana e europeia. A dolomita, um carbonato de cálcio e magnésio, reflete a luz de um jeito particular. Ao nascer e ao pôr do sol, os paredões ganham um tom rosa-alaranjado que os italianos chamam de enrosadira. É o melhor momento para fotografar a Seceda ou as Tre Cime, quando os ônibus de excursão ainda não chegaram ou já foram embora.
Como chegar (de Munique, Innsbruck, Veneza, Verona ou Milão)
Não existe um aeroporto dentro das Dolomitas, então o acesso é por uma cidade-porta e depois de carro, trem ou motorista privativo. Estes são os caminhos mais usados:
| Ponto de partida | Por que faz sentido |
|---|---|
| Munique (Alemanha) | A porta para quem já está na Alemanha: a autoestrada cruza a Áustria pelo Passo do Brennero e desce direto ao Tirol do Sul. Há também trens diretos até Bolzano. Detalhes logo abaixo. |
| Innsbruck (Áustria) | A última cidade grande antes do Brennero, no meio do caminho entre Munique e as Dolomitas. Vale uma parada no centro histórico. |
| Veneza | O aeroporto internacional mais procurado por brasileiros; rota natural para a porção leste (Cortina, Tre Cime, Lago di Braies). |
| Verona | Ligada a Bolzano pela autoestrada A22 e por trens diretos ao longo do dia. Boa para chegar pelo sul e emendar com o Lago de Garda. |
| Milão | Há poucos trens diretos por dia até Bolzano; nos demais horários, a troca é em Verona. De carro, o caminho também passa por Verona e segue pela A22. |
| Bolzano | A capital do Tirol do Sul, na borda oeste das Dolomitas: a base mais central para o Val Gardena, a Alpe di Siusi e a Seceda. |
De Munique às Dolomitas pelo Passo do Brennero
Para quem está viajando pela Alemanha, as Dolomitas ficam do outro lado de um único passo alpino. A rota mais direta sai de Munique pelo vale do Inn, cruza os Alpes no Brennero, a fronteira entre a Áustria e a Itália, e desce pelo vale do Isarco até o Tirol do Sul, onde as placas continuam em alemão e italiano. Se você chega pelo aeroporto de Munique, dá para pegar a estrada no mesmo dia ou dormir uma noite na cidade antes de seguir.
- Munique → Kufstein: pela A93, passando por Rosenheim, até a fronteira com a Áustria.
- Kufstein → Innsbruck → Brennero: pela A12, no vale do Inn, e depois pela A13, a autoestrada do Brennero.
- Brennero → Dolomitas: já na Itália, a A22 desce pelo vale do Isarco. A saída Chiusa/Klausen leva ao Val Gardena; Bolzano Nord, ao Val d’Ega e ao Lago di Carezza; Bolzano Sud, à cidade.
O que saber antes de pegar a estrada: na Áustria, as autoestradas exigem vinheta (a partir de 1º de fevereiro de 2027, só existirá a versão digital, vinculada à placa do carro). A A13 do Brennero tem um pedágio próprio, à parte da vinheta, e a A22 italiana é paga por trecho, na entrada e na saída. Os valores mudam a cada ano; incluímos tudo isso no planejamento quando o trecho é feito de carro ou com motorista.
Sem carro: trens diretos de longa distância (Railjet/EuroCity) ligam Munique a Innsbruck, Bressanone, Bolzano e Verona algumas vezes por dia, conforme o horário anual. De Bolzano ou Bressanone, o resto do caminho até os vales é feito de ônibus local, carro alugado ou motorista privativo.
O carro é, de longe, a forma mais prática de circular pelas Dolomitas: as estradas dos passos alpinos são parte da experiência, e os pontos de interesse ficam espalhados. Há ônibus locais e teleféricos que sobem para os mirantes, mas eles operam em horários e épocas que mudam ao longo do ano. Para um roteiro tranquilo, montamos o trecho com motorista privativo ou carro, conforme o seu ritmo. Se a viagem inclui a Suíça, veja também como organizamos a parte suíça do roteiro.

Quando ir: as estações nas Dolomitas
As Dolomitas têm dois grandes momentos, e a escolha muda completamente a viagem. As datas variam de ano para ano e dependem das condições da montanha, então trate as épocas abaixo como referência, sempre confirmada nos canais oficiais perto da viagem.
Aproximadamente de junho a setembro. É a temporada das caminhadas, dos refúgios abertos e dos lagos cheios. Os teleféricos costumam operar nesse período.
A região vira um dos grandes destinos de esqui dos Alpes. Cortina d’Ampezzo foi uma das sedes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, em fevereiro, ao lado de Milão.
A primavera e o outono são períodos de transição: parte da infraestrutura de montanha pode estar fechada e a neve ainda atrapalha algumas trilhas altas. São janelas bonitas e mais calmas, mas pedem flexibilidade e checagem prévia do que estará aberto.
O que ver: os picos e lagos mais famosos
Você não consegue ver tudo em uma única viagem, e tudo bem. Estes são os pontos que dão à região a sua fama, cada um com um caráter próprio.
Tre Cime di Lavaredo
As três torres de pedra são o cartão-postal das Dolomitas. A trilha que dá a volta nelas é uma das caminhadas mais conhecidas dos Alpes, com vistas que mudam a cada curva. Foi nesta região, aliás, que as vias ferratas nasceram durante a Primeira Guerra, quando soldados fixaram cabos e degraus na rocha.
Lago di Braies (Pragser Wildsee)
Um lago de água verde cercado de floresta e montanha, com barquinhos de madeira para alugar. É lindíssimo e muito procurado, o que significa que vale chegar cedo. Em alta temporada costuma haver regras de acesso e estacionamento que mudam de ano para ano; confirmamos as condições vigentes antes de incluir no roteiro.

Seceda e o Val Gardena
A Seceda tem aquele perfil de cristas inclinadas que parece pintado. Sobe-se de teleférico a partir do Val Gardena, um dos vales mais charmosos do Tirol do Sul, onde se fala italiano, alemão e o ladino local.
Alpe di Siusi (Seiser Alm)
Um dos maiores planaltos alpinos da Europa: prados ondulados, casinhas de madeira e o Sassolungo recortando o horizonte.
Cortina d’Ampezzo
A mais sofisticada das cidades das Dolomitas, cercada de picos e cheia de boa mesa e bons hotéis. É a base para explorar a porção leste e foi uma das sedes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, como já tinha sido em 1956.
Lago di Misurina e Lago di Sorapis
O Lago di Misurina, a cerca de 1.750 metros, é o maior lago natural do Cadore e fica de frente para as Tre Cime di Lavaredo. É dali que sai a estrada com pedágio até o Rifugio Auronzo, o ponto de partida da volta às três torres, então ele entra naturalmente no mesmo dia. Já o Lago di Sorapis, de água turquesa ao pé do Monte Sorapis, só se alcança a pé: a trilha 215 parte do Passo Tre Croci e tem um trecho exposto com cabo de apoio, uma escada de metal e uma passagem estreita na encosta. É uma caminhada para quem tem pé firme e não sente vertigem; o próprio turismo de Cortina a classifica como trilha para experientes.
Cinque Torri e Lagazuoi: a Primeira Guerra a céu aberto
Entre 1915 e 1917, a frente entre a Itália e o Império Austro-Húngaro passou por estas montanhas, e os dois lados cavaram trincheiras e túneis na própria rocha. Hoje dá para percorrer parte deles. No Passo Falzarego, um teleférico sobe até o Lagazuoi, ao lado do refúgio de mesmo nome, a 2.752 metros, de onde partem os caminhos pelas galerias da guerra. Pertinho dali, as Cinque Torri abrigam um museu a céu aberto da Grande Guerra, com trincheiras e posições de artilharia restauradas; um teleférico de cadeirinha sobe a partir do estacionamento de Bai de Dones. Os dois funcionam por temporada, e as datas mudam de ano para ano.
Val di Funes e a igreja de Santa Maddalena
Um vale estreito do Tirol do Sul, na borda do parque natural Puez-Odle (Puez-Geisler, em alemão), com as agulhas das Odle fechando o horizonte. No vilarejo de Santa Maddalena fica o centro de visitantes do parque, e, nos prados logo abaixo das Odle, a pequena igreja barroca de San Giovanni in Ranui, de 1744, aparece sozinha no meio do verde. É um desvio curto a partir do Val Gardena e um lugar para ir sem pressa, de preferência no fim da tarde.
Lago di Carezza
No Val d’Ega, município de Nova Levante (Welschnofen), a cerca de 1.520 metros, o Lago di Carezza reflete as torres do Latemar. Os ladinos o chamam de lago do arco-íris: pela lenda, um feiticeiro tentou atrair a ninfa Ondina com um arco-íris de pedras preciosas e, quando ela fugiu, despedaçou o arco-íris dentro do lago. Daí, conta a lenda, as cores da água. O lago é monumento natural protegido, então não se pode passar da cerca nem tocar a margem; um caminho de cerca de 1,2 quilômetro dá a volta completa e tem mirante acessível. Fica na Grande Estrada das Dolomitas, a caminho dos passos.
Cidades das Dolomitas: onde se hospedar
A base certa muda a viagem. Nas Dolomitas não existe uma única cidade central: cada vale tem o seu vilarejo, a sua língua e o seu acesso aos teleféricos. Estas são as cinco bases que mais usamos.
Bolzano
A capital do Tirol do Sul é a porta de entrada mais prática para quem chega pelo norte, pela autoestrada do Brennero, ou de trem. É uma cidade de verdade, bilíngue, com arcadas, mercados e o Museu Arqueológico do Tirol do Sul, onde está o Ötzi, o homem do gelo. Faz sentido para quem quer conforto urbano e vai explorar os vales de carro ou com motorista.
Ortisei, no Val Gardena
O vilarejo mais conhecido do Val Gardena, com tradição de entalhe em madeira e acesso direto aos teleféricos da Seceda e da Alpe di Siusi. É a base natural para o primeiro dia do roteiro abaixo.
Canazei, no Val di Fassa
No lado do Trentino, ao pé dos passos Sella e Pordoi, com a Marmolada logo adiante. Uma boa base para quem quer dias de estrada cênica pelos passos alpinos.
Corvara, na Alta Badia
Um vale ladino, de hotéis pequenos e cozinha de montanha, no meio do circuito de esqui em volta do maciço do Sella. No verão, é ponto de partida para trilhas tranquilas.
Cortina d’Ampezzo
A base mais conhecida da porção leste, no Vêneto, perto das Tre Cime di Lavaredo e do Lago di Braies. É também a mais procurada, então vale reservar com antecedência na alta temporada.
Roteiro sugerido de 3 dias nas Dolomitas
Três dias dão um gostinho honesto da região, sem correria. Este é um esqueleto que costumamos usar como ponto de partida e depois adaptamos ao seu ritmo, à época e ao que mais te encanta.
Dia 1 · Tirol do Sul: Val Gardena, Seceda e Alpe di Siusi
Use Bolzano ou um vilarejo do Val Gardena como base. De manhã, suba de teleférico até a Seceda para ver as cristas de perto; à tarde, caminhe pelos prados da Alpe di Siusi com o Sassolungo ao fundo. Se ainda houver fôlego, termine no Val di Funes, quando a luz baixa ilumina as agulhas das Odle atrás da igrejinha de Ranui.
Dia 2 · A Grande Estrada das Dolomitas, de Carezza a Cortina
Inaugurada em 1909, a Grande Estrada das Dolomitas liga Bolzano a Cortina d’Ampezzo por cerca de 110 quilômetros de curvas e passos. Pare cedo no Lago di Carezza, quando há menos gente na margem, e siga pelo Passo Costalunga e pelo Val di Fassa até o Passo Pordoi, com a Marmolada, o pico mais alto da cadeia, marcando o horizonte. Almoce num refúgio, desça por Arabba e, no Passo Falzarego, suba de teleférico ao Lagazuoi ou caminhe entre as trincheiras das Cinque Torri. À noite, durma em Cortina. Se a ideia é fazer esse trecho ao volante de um esportivo, veja como planejamos os Alpes de carro esportivo.
Dia 3 · Misurina, Tre Cime e Lago di Braies
Saia cedo de Cortina rumo ao Lago di Misurina e suba a estrada com pedágio até o Rifugio Auronzo, de onde parte a trilha que contorna as Tre Cime di Lavaredo, de preferência antes do movimento. Feche o dia no Lago di Braies, idealmente fora do horário de pico. Daqui a rota emenda naturalmente de volta à Áustria ou à Alemanha.
Tem mais dias? Uma quarta noite em Cortina permite encaixar a trilha até o Lago di Sorapis, para quem tem pé firme, ou uma via ferrata com guia, sem olhar o relógio.
Da nossa experiência nas Dolomitas
Raphael e Rafaella, da Viagem Alemanha, estiveram nas Dolomitas pela última vez em 2021; desde então, nossos guias e serviços atuam com frequência na região. Daquela viagem ficaram duas lembranças bem práticas: nas Tre Cime di Lavaredo, fomos cedo, antes do movimento; no Lago di Braies, encontramos fila e estacionamento cheio.
Se fôssemos repetir, chegaríamos mais cedo e evitaríamos a alta temporada. É exatamente o que recomendamos a você.
Antes de subir: segurança na montanha
No verão, as pancadas de chuva e as tempestades costumam se formar a partir do início da tarde. Por isso, confira a previsão do tempo de montanha na véspera, comece as trilhas cedo e, quando houver risco de tempestade, planeje estar de volta no começo da tarde. Use calçado firme, de sola antiderrapante, e saia de cristas e cumes expostos se o tempo virar. Em caso de emergência, ligue 112: o número europeu de emergência também aciona o resgate de montanha.
Experiências que fazem a diferença nas Dolomitas
O que separa uma viagem boa de uma viagem que você lembra anos depois costuma estar nos detalhes que ninguém reserva por conta própria. Estas organizamos sob consulta, conforme a época e a disponibilidade:
- Jantar no Atelier Moessmer, em Brunico: a alta gastronomia alpina do chef Norbert Niederkofler, premiada pelo Guia Michelin, com produtos da própria montanha. Reservas são limitadas e abrem com antecedência; cuidamos disso por você, quando disponível.
- Via ferrata com guia de montanha: percorrer as rotas onde a via ferrata nasceu, com equipamento e um guia credenciado, e, quando faz sentido, chegada ou translado de helicóptero sobre os paredões.
- Almoço num refúgio clássico: uma refeição de montanha num refúgio tradicional, como o Rifugio Averau, perto de Cortina, com a cordilheira inteira na sua frente.
À mesa nas Dolomitas
Quem vem da Baviera ou da Áustria reconhece muita coisa no prato. O Knödel reaparece como canederli, bolinhos de pão servidos no caldo ou com speck, e o Kaiserschmarrn e o strudel de maçã são sobremesa de refúgio. O Speck Alto Adige, presunto defumado protegido como indicação geográfica (IGP) desde 1996, é feito só no Tirol do Sul. Vale provar também os Schlutzkrapfen, meias-luas de massa recheadas de espinafre e queijo fresco, servidas com manteiga derretida, e, nos vales ladinos, as tutres, pastéis fritos recheados de espinafre ou chucrute.
O que este guia não é
Somos curadores de viagem, não um buscador de horários. As épocas, os teleféricos, as regras de acesso a lugares como o Lago di Braies e a abertura dos refúgios mudam de ano para ano. Por isso não cravamos aqui tempos exatos de estrada nem preços: confirmamos cada um deles, nos canais oficiais, na hora de montar o seu roteiro. O que prometemos é honestidade sobre o que está e o que não está disponível.
Por que viajar pelas Dolomitas com a Viagem Alemanha
Desde 2014, já desenhamos mais de 400 roteiros personalizados pela Alemanha, Áustria, Suíça e norte da Itália, com guia que fala português. Nas Dolomitas, nossos guias e serviços atuam com frequência. Você recebe um roteiro sob medida para a sua época e o seu ritmo, com suporte por WhatsApp durante a viagem.
Combinando Itália e lagos na mesma viagem? Veja também o Lago de Como, a poucas horas das Dolomitas.
Como começamos
O primeiro passo é entrar em contato, pelo formulário ou pelo WhatsApp, e contar o que você procura. Se fizer sentido seguir juntos, o planejamento da viagem inteira custa €247: em três dias úteis você recebe uma proposta totalmente detalhada, que não é um roteiro dia a dia. O valor é integralmente creditado quando você contrata cinco ou mais dias de serviço. Voos comerciais e seguro viagem não estão incluídos; sobre eles, nós orientamos.
Falar no WhatsAppCréditos das imagens (via Pixabay, sob a Pixabay Content License): Jerry明, 16018388, PeterG63, ChiemSeherin, Antelao, kordi_vahle, vaiunruh.
Perguntas frequentes sobre as Dolomitas
Onde ficam as Dolomitas?
As Dolomitas ficam no nordeste da Itália, distribuídas pelas regiões do Trentino-Alto Ádige (que inclui o Tirol do Sul), do Vêneto e do Friuli-Venécia Júlia. São uma cordilheira dos Alpes e Patrimônio Mundial da UNESCO.
As Dolomitas ficam na Itália ou na Áustria?
Ficam na Itália, no nordeste do país. A confusão é natural porque o Tirol do Sul tem forte cultura germânica e é bilíngue (italiano e alemão), e muitos pontos têm nome nas duas línguas, como Tre Cime di Lavaredo e Drei Zinnen.
Qual a melhor época para visitar as Dolomitas?
Depende do que você procura. O verão, aproximadamente de junho a setembro, é a temporada das trilhas, dos lagos e dos refúgios abertos. O inverno é para esqui e neve. As datas variam a cada ano e dependem das condições da montanha, então vale confirmar nos canais oficiais antes de viajar.
Como chegar às Dolomitas?
Não há aeroporto dentro da região. As portas de entrada mais comuns são Munique, na Alemanha, e Innsbruck, na Áustria, pelo Passo do Brennero; Veneza, Verona e Milão, na Itália; e Bolzano, a base mais central, no Tirol do Sul. A partir dessas cidades, o trajeto é feito de carro, de trem até Bolzano ou com motorista privativo.
Como ir de Munique para as Dolomitas?
De carro, a rota mais direta sai de Munique pela A93 até Kufstein, segue pela A12 até Innsbruck, cruza o Passo do Brennero pela A13 e desce pela A22 italiana até o Tirol do Sul. Na Áustria é preciso vinheta, e a A13 do Brennero e a A22 têm pedágio próprio. Sem carro, há trens diretos de longa distância de Munique até Bressanone, Bolzano e Verona algumas vezes por dia.
Qual a cidade mais próxima das Dolomitas?
Bolzano, a capital do Tirol do Sul, é a cidade grande mais próxima: fica na borda oeste das Dolomitas, na porta do Val Gardena e do Val d’Ega. No lado leste, Cortina d’Ampezzo é a principal cidade dentro das montanhas. Para quem vem do norte, Innsbruck, na Áustria, é a última cidade grande antes do Passo do Brennero.
Precisa de carro para visitar as Dolomitas?
O carro é a forma mais prática, porque os pontos de interesse ficam espalhados e as estradas dos passos alpinos fazem parte da experiência. Existem ônibus locais e teleféricos para os mirantes, mas eles operam em horários e épocas que mudam ao longo do ano. Para mais conforto, organizamos o trecho com motorista privativo.
O que ver nas Dolomitas em 3 dias?
Um roteiro de três dias dá tempo de conhecer o Tirol do Sul (Seceda, Val Gardena e Alpe di Siusi), percorrer os passos alpinos com vista para a Marmolada e visitar a porção leste, com Cortina d’Ampezzo, as Tre Cime di Lavaredo e o Lago di Braies. É um bom primeiro contato, sem pressa.
Quantos dias ficar nas Dolomitas?
Três dias dão um primeiro contato honesto, como no roteiro desta página. Com quatro ou cinco noites, dá para dividir a estadia entre duas bases, uma no Tirol do Sul (Val Gardena ou Bolzano) e outra no lado leste (Cortina d’Ampezzo), e encaixar uma trilha mais longa, como a do Lago di Sorapis, sem correria.
O que são as Tre Cime di Lavaredo?
São três torres de pedra que se tornaram o símbolo das Dolomitas. A trilha que dá a volta nelas é uma das caminhadas mais conhecidas dos Alpes. Foi nesta região que as vias ferratas surgiram, durante a Primeira Guerra.
Vale a pena visitar o Lago di Braies?
Vale, pela água verde e pelo cenário de montanha, com barquinhos de madeira para alugar. Por ser muito procurado, costuma haver regras de acesso e de estacionamento que mudam de ano para ano, além de ser melhor chegar cedo. Confirmamos as condições vigentes antes de incluir no roteiro.
As Dolomitas são boas para crianças e famílias?
Sim. Há trilhas leves, planaltos como a Alpe di Siusi para caminhar sem esforço, passeios de teleférico e lagos. Montamos o ritmo conforme as idades e o fôlego da família, equilibrando montanha e descanso.
Dá para combinar as Dolomitas com Alemanha, Áustria ou Suíça?
Sim, e é uma das combinações que mais fazemos. As Dolomitas entram naturalmente numa rota que liga a Alemanha à Itália passando pela Áustria, e também se encaixam em roteiros que incluem a Suíça. Adaptamos o percurso ao tempo disponível.
Cortina d’Ampezzo sediou os Jogos de Inverno?
Sim. Cortina d’Ampezzo foi uma das sedes dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão Cortina 2026, disputados em fevereiro de 2026, e já tinha recebido os Jogos de Inverno de 1956.
Existem Dolomitas na Áustria?
As Dolomitas propriamente ditas, Patrimônio Mundial da UNESCO, ficam só na Itália. Na Áustria, perto de Lienz, no Tirol Oriental, existem as Dolomitas de Lienz, uma cordilheira à parte, com rocha e paisagem parecidas.
Quais são as melhores cidades para se hospedar nas Dolomitas?
Depende do roteiro. Bolzano é a base mais prática e urbana; Ortisei, no Val Gardena, dá acesso à Seceda e à Alpe di Siusi; Canazei fica ao pé dos passos Sella e Pordoi; Corvara é a base na Alta Badia; e Cortina d’Ampezzo é a base mais conhecida da porção leste.
Qual a cidade mais bonita das Dolomitas?
Depende do que você procura. Cortina d’Ampezzo é a mais elegante, com boa mesa e as Tre Cime por perto; Ortisei, no Val Gardena, tem a tradição do entalhe em madeira e os teleféricos para a Seceda; e vilarejos pequenos como Santa Maddalena, no Val di Funes, ficam aos pés das agulhas das Odle. Escolhemos a base conforme o seu roteiro.
Como a Viagem Alemanha monta um roteiro pelas Dolomitas?
Desde 2014 desenhamos roteiros sob medida pela Alemanha, Áustria, Suíça e norte da Itália. Começamos pelo seu contato, entendemos o que você procura e montamos um roteiro personalizado, com guia que fala português, hospedagem escolhida a dedo e experiências como jantares premiados e vias ferratas com guia, sob consulta.








