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• Baviera, Munique

Palácio Nymphenburg em Munique: o que ver e como chegar

O Palácio Nymphenburg foi a casa de verão dos eleitores e reis da Baviera. Começou em 1664, encomendado por um casal de príncipes para celebrar o nascimento do herdeiro. Cresceu por mais de meio século até virar o conjunto que você vê hoje, com um parque de cerca de 180 hectares e entrada gratuita.

Atualizado em outubro de 2026.

Bloco central do Palácio Nymphenburg refletido no canal, entre alamedas de árvores, numa manhã clara em Munique
O bloco central do palácio, visto do canal. Foto: Christel / Pixabay.

Uma casa de verão para celebrar um herdeiro

Em 1662 nasceu Max Emanuel, o herdeiro tão esperado do eleitor Ferdinand Maria e de Henriette Adelaide de Savoia. Dois anos depois, em 1664, o casal encomendou ao arquiteto Agostino Barelli uma residência de campo a oeste da cidade: o bloco central que ainda hoje domina o eixo do palácio. Em agradecimento pelo nascimento, o mesmo casal mandou erguer a Theatinerkirche, a igreja amarela da Odeonsplatz que você encontra no roteiro pelo centro de Munique.

Foi o próprio Max Emanuel, já eleitor, quem transformou a casa em palácio. A partir de 1701, o arquiteto Henrico Zuccalli acrescentou pavilhões escalonados ligados por galerias e, a partir de 1715, Joseph Effner completou as alas e redesenhou a fachada central. É dessa fase a longa frente simétrica que você vê ao chegar pela cidade.

Nymphenburg virou a residência de verão dos Wittelsbach, a família que governou a Baviera por séculos. Ali nasceu, em 25 de agosto de 1845, o futuro rei Ludwig II, o mesmo que depois construiria o Castelo de Neuschwanstein. Sobre a vida dele e os castelos que mandou construir, veja Ludwig II e seus três grandes palácios.

O que ver dentro do palácio

Fachada do Palácio Nymphenburg coberta de neve, vista do lado da cidade, com o bloco central, os pavilhões laterais ligados por galerias e a bacia congelada à frente
  1. 1Bloco central: abriga o Salão de Pedra, o grande salão de festas do palácio.
  2. 2Pavilhões do lado sul: é ali, no primeiro andar, que ficam a Galeria das Belezas e o quarto onde nasceu Ludwig II.
  3. 3Galerias: as alas que ligam os pavilhões, acrescentadas a partir de 1701.
  4. 4Bacia e fonte do lado da cidade: aqui congelada; no verão, o canal segue reto em direção ao centro.
O palácio visto do lado da cidade, num dia de neve. De frente para ele, o lado sul fica à sua esquerda. As posições são aproximadas. Foto: designerpoint / Pixabay.

A planta das salas

A visita segue um percurso numerado: começa no Salão de Pedra, passa pelos apartamentos dos dois lados do bloco central, chega ao pavilhão sul, onde ficam a Galeria das Belezas e o quarto de Ludwig II, e termina na capela do palácio. Desenhamos esta planta para você se orientar antes de entrar, com a mesma numeração do percurso oficial.

Pavilhão sulGaleria sulBloco centralGaleria nortePavilhão norte20191817161514b14a142113121110154326789Salãode Pedrafechadoao públicoLADO DO PARQUELADO DA CIDADE◀ SULNORTE ▶
  1. 1Salão de Pedra: o grande salão de festas, onde Ludwig II foi batizado em 1845.
  2. 2-5Apartamento norte: primeiro aposento do eleitor, depois de hóspedes; retratos de Max Emanuel e dos filhos.
  3. 6Grande Galeria das Belezas de Max Emanuel: seis damas da corte de Luís XIV, pintadas por Pierre Gobert por volta de 1715.
  4. 7-9Salas de Karl Theodor e galeria norte: o eleitor e suas duas esposas; na galeria, quadros das obras de Max Emanuel.
  5. 10-12Apartamento sul: o da eleitora Henriette Adelaide, com retratos do casal que fundou o palácio.
  6. 13Gabinete chinês de laca: um biombo chinês de laca de Coromandel, combinado em 1763/64 com painéis de um pintor de porcelana.
  7. 14Galeria sul: dez vistas de palácios dos eleitores da Baviera.
  8. 14a-bAntessala e gabinete de Karl Theodor: a última ampliação do palácio, de 1795.
  9. 15Galeria das Belezas de Ludwig I: os retratos de Joseph Stieler, de Helene Sedlmayr a Lola Montez.
  10. 16-19Apartamento da rainha Caroline: criado em 1807; escritório, quarto da camareira, pequena galeria e sala de audiências.
  11. 20Quarto onde nasceu Ludwig II: o quarto da rainha Caroline, com a mobília original de mogno.
  12. 21Banheiro de Maximilian II: mármore e piscina embutida, de 1850/51.
Esquema sem escala, desenhado pela Viagem Alemanha a partir do percurso oficial: lado do parque em cima, lado da cidade embaixo, como você vê o palácio ao chegar. Os números seguem a ordem da visita. Áreas hachuradas: fora do percurso; o pavilhão norte, que abrigava o apartamento de gala de Max Emanuel, hoje não abre ao público. No celular, arraste a planta para o lado. Fonte: percurso oficial da Bayerische Schlösserverwaltung.

Salão de Pedra (Steinerner Saal)

É a sala central do palácio e a primeira da visita. Ganhou a forma atual entre 1755 e 1757, sob o eleitor Max III Joseph. O afresco do teto é de Johann Baptist Zimmermann, seu último grande trabalho, com participação de François de Cuvilliés no desenho. No teto, deuses do Olimpo; do lado do parque, ninfas que homenageiam a deusa Flora, uma referência ao nome do palácio, o “castelo das ninfas”.

Galeria das Belezas

O rei Ludwig I encomendou ao pintor da corte Joseph Stieler retratos das mulheres que considerava as mais bonitas do seu tempo: foram 36, pintados entre 1827 e 1850, e em 1861 Friedrich Dürck acrescentou mais dois. Ali estão, lado a lado, nobres e plebeias, da filha de um sapateiro à dançarina Lola Montez. As histórias das duas estão mais abaixo. A galeria foi criada para a Residenz, no centro da cidade, e está em Nymphenburg desde 1949.

O quarto onde nasceu Ludwig II

Em 1807, a rainha Caroline, esposa do rei Max I Joseph, ganhou um apartamento no primeiro andar do pavilhão sul. O quarto dela continua como era: mobília de mogno feita em Munique por volta de 1815 e uma alcova arredondada para a cama de casal. Foi aqui que Ludwig II nasceu, em 1845. Sobre a escrivaninha, dois bustos de criança de 1850 lembram Ludwig e o irmão mais novo, Otto.

Museu das Carruagens e Museu da Porcelana

Na ala sul, nos antigos estábulos dos cavalos de montaria do eleitor, construídos em 1740, funciona o Marstallmuseum: mais de 40 carruagens, trenós e arreios da família Wittelsbach, incluindo as carruagens de Ludwig II. No andar de cima, o Museu da Porcelana Nymphenburg mostra a produção da manufatura fundada em 1747 por Max III Joseph, que tinha em Franz Anton Bustelli seu mestre modelador. A base do acervo é a coleção particular reunida por Albert Bäuml a partir de 1888.

O parque e os pavilhões

Parque do Palácio Jardim Botânico canal central canal para o centro Badenburger See Pagodenburger See 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 ParadaSchloss Nymphenburgbonde 17 · ônibus 51 e 151 200 m N
  1. 1Palácio: Salão de Pedra; no pavilhão sul, a Galeria das Belezas e o quarto onde nasceu Ludwig II.
  2. 2Museu das Carruagens e Museu da Porcelana, na ala sul.
  3. 3Museu Homem e Natureza, na ala norte (ingresso próprio).
  4. 4Amalienburg, o pavilhão de caça rococó.
  5. 5Badenburg, o pavilhão de banho, junto ao Badenburger See.
  6. 6Pagodenburg, junto ao Pagodenburger See.
  7. 7Magdalenenklause, o eremitério em forma de ruína.
  8. 8Grande Cascata, no fim do canal central.
  9. 9Monopteros, o pequeno templo de Apolo à beira do lago.
  10. 10Schlosscafé im Palmenhaus, para uma pausa.
  11. 11Jardim Botânico (ingresso próprio; passagem pelo parque de abril a setembro).
Círculo tracejado: pavilhões abertos de 1º de abril a 15 de outubro. Linha azul tracejada: nossa sugestão de passeio a partir do palácio pelos quatro pavilhões, com cerca de 4 quilômetros pelos caminhos do parque. No celular, arraste o mapa para o lado para ver o parque inteiro. Mapa: dados © colaboradores do OpenStreetMap (ODbL).

Atrás do palácio se abre o parque: cerca de 180 hectares dentro do muro, cortados ao meio pelo canal central. A entrada no parque é gratuita. Espalhados pelo parque ficam quatro pavilhões do século 18:

  • Amalienburg: o pavilhão de caça e lazer que François de Cuvilliés, o Velho, construiu entre 1734 e 1739 para Maria Amalia, esposa do eleitor Karl Albrecht. Lá dentro fica o Salão dos Espelhos.
  • Badenburg: como o nome indica, o pavilhão de banho da corte.
  • Pagodenburg: segundo uma descrição da época, era onde a corte descansava depois do jogo de malha, parecido com o golfe. Por dentro, azulejos holandeses azuis e brancos e salas no gosto chinês.
  • Magdalenenklause: um eremitério construído de propósito para parecer uma ruína.
Pavilhão Badenburg, com fachada amarela e branca e janelas redondas, cercado por árvores no parque do Palácio Nymphenburg
Badenburg, um dos quatro pavilhões do parque. Foto: WagnerAnne / Pixabay.

No canal há passeios de gôndola do fim de março ao fim de outubro, com bom tempo e principalmente de sexta a domingo e feriados. Para uma pausa, o Schlosscafé im Palmenhaus funciona dentro de uma das estufas que Friedrich Ludwig von Sckell construiu em 1820 para o rei Max I.

Visitar no inverno

De 16 de outubro a 31 de março, os pavilhões do parque ficam fechados, e o ingresso combinado passa a valer só para o palácio e para o Museu das Carruagens e da Porcelana. Em compensação, o parque fica mais tranquilo e, com neve, você vê o palácio como na foto de inverno mais acima. Em invernos bem frios, o canal congelado vira pista de patinação.

Histórias do palácio

Separamos oito histórias para você procurar durante a visita, todas conferidas nas fontes oficiais. Os números das salas são os da planta acima.

Sala 20 · Quarto da rainha

O neto que nasceu no aniversário do avô

Em 25 de agosto de 1845, dia de São Luís, a princesa herdeira Marie da Prússia deu à luz o futuro Ludwig II neste quarto. O menino ganhou o nome do avô, o rei Ludwig I, que fazia aniversário no mesmo dia, e foi batizado no dia seguinte no Salão de Pedra. Na Galeria das Belezas, no mesmo pavilhão, está o retrato da mãe.

Sala 15 · Galeria das Belezas

Da loja de brinquedos para a galeria do rei

Helene Sedlmayr, filha de um sapateiro, chegou a Munique ainda adolescente para trabalhar. Conta-se que era ela quem levava os brinquedos de uma loja da Brienner Straße aos filhos do rei, e que foi assim que Ludwig I reparou nela. Pintada por Joseph Stieler, ela virou o símbolo da “bela muniquense”.

Sala 15 · Galeria das Belezas

A dançarina que abalou um rei

Lola Montez se apresentava como dançarina espanhola. Desde 1846, sua influência sobre Ludwig I cresceu tanto que o caso virou crise de Estado. Em fevereiro de 1848, depois de brigas entre estudantes, o rei mandou fechar a universidade de Munique e voltou atrás dois dias depois. Lola foi expulsa do país e, em 19 de março, com a revolução de 1848 nas ruas, Ludwig I abdicou em favor do filho.

Sala 21 · Banheiro do rei

“Sem nenhum luxo”, em mármore

Maximilian II, pai de Ludwig II, queria usar o palácio de verão o ano inteiro e, em 1850, mandou instalar um aquecimento de ar quente moderníssimo. A pedido do rei, o banheiro feito por Leo von Klenze deveria deixar de fora “todo luxo”. Mesmo assim, o banheiro tem paredes de estuque azul imitando mármore, teto com estuque dourado e uma piscina de mármore vermelho de 1,5 metro de profundidade, com água quente e fria corrente.

Parque · Amalienburg

Faisões vistos do telhado

Foi para a esposa, Maria Amalia, filha de um imperador, que o eleitor Karl Albrecht mandou construir a Amalienburg, a partir de 1734. Na sala dos cães e das armas, o painel de madeira pintada esconde os armários de espingardas e, rente ao chão, os nichos dos cães. Segundo a administração dos palácios, Amalia atirava em faisões de uma varanda no telhado. Lá embaixo, criados tocavam as aves com cães e panos para a frente do pavilhão.

Parque · Badenburg

Banho quente no tempo de Max Emanuel

Construída entre 1718 e 1722 por Joseph Effner para Max Emanuel, a Badenburg é um pavilhão inteiro dedicado ao banho. No subsolo ficam a piscina, uma sala de aquecimento e uma cozinha. Um relato de viagem de 1792 dizia que em Nymphenburg era preciso ver duas coisas: a Amalienburg e o mais belo banho, com todo o conforto que o luxo pode sugerir.

Parque · Magdalenenklause

Uma ruína nova em folha

Entre 1725 e 1728, Effner construiu para Max Emanuel um eremitério que, por fora, imita uma ruína: rachaduras na alvenaria e reboco descascando de propósito, para lembrar que tudo na Terra é passageiro. Dentro há uma capela em forma de gruta, com castiçais de dente de narval no altar. Max Emanuel não viveu para ver a obra pronta; quem a terminou foi o filho, Karl Albrecht.

Museu das Carruagens

O trenó com lâmpada elétrica

Ludwig II usava este trenó de gala de 1872, decorado com anjinhos, nos seus passeios noturnos pelas montanhas. Na coroa de vidro da lanterna foi instalada uma das primeiras lâmpadas elétricas, alimentada por uma bateria escondida no assento. Para a administração dos palácios, foi o primeiro veículo com luz elétrica da Baviera. Talvez do mundo.

Como chegar ao Palácio Nymphenburg?

O palácio fica a oeste do centro, e o transporte público deixa você na porta. A parada se chama Schloss Nymphenburg e fica do lado da cidade, de frente para o palácio (veja o mapa):

  • Bonde 17: passa pela estação central (Hauptbahnhof) e pela Karlsplatz (Stachus), então é o caminho mais simples a partir do centro.
  • Ônibus 51 e 151: também param em Schloss Nymphenburg.
  • Metrô ou trem: o U1 até Rotkreuzplatz ou o S-Bahn até Laim, e de lá um bonde ou ônibus até o palácio.
  • De carro: há cerca de 450 vagas gratuitas de estacionamento, segundo a administração dos palácios.
Panorama do Palácio Nymphenburg com suas longas alas brancas e telhados vermelhos refletidos na bacia do canal, sob um céu de nuvens
Quem chega pela cidade vê o palácio assim, com as alas se estendendo dos dois lados. Foto: Dieter_G / Pixabay.

Ingressos e dicas para a visita

O ingresso combinado (Gesamtkarte) cobre três partes: o palácio, o Museu das Carruagens com o Museu da Porcelana e, de abril a meados de outubro, os quatro pavilhões do parque. Os valores mudam de ano para ano; confira no site oficial do palácio antes de ir. O parque é gratuito o ano todo.

  • Comece pelo palácio: o Salão de Pedra e a Galeria das Belezas ficam no caminho principal da visita. Depois siga pelo parque até a Amalienburg.
  • Quanto se anda: a volta pelos quatro pavilhões, saindo do palácio, tem cerca de 4 quilômetros pelos caminhos do parque; veja o mapa. Use calçado confortável.
  • Escolha a estação: de abril a meados de outubro você vê tudo, incluindo os pavilhões; no inverno, o passeio é mais curto e mais tranquilo.
  • Dois museus à parte: o Museu Homem e Natureza (Museum Mensch und Natur), na ala norte, é de outra administração e tem ingresso próprio. O mesmo vale para o Jardim Botânico, vizinho ao parque pelo lado norte, com passagem pelo parque aberta só de abril a setembro.
  • Combine com o centro: o bonde 17 liga o palácio à Karlsplatz, de onde você segue a pé para a Marienplatz. Veja como encaixar tudo em o que fazer em Munique e nos melhores museus da cidade.

Da nossa experiência

Raphael e Rafaella, da Viagem Alemanha, já visitaram o palácio e o parque. No nosso roteiro de dois dias por Munique, Nymphenburg abre o segundo dia, pela manhã, antes do BMW Welt e do Museu da BMW.

Quer ver Nymphenburg sem pressa, com a história contada em português?

Desenhamos roteiros sob medida pela Alemanha, Áustria e Suíça desde 2014, e Munique é uma das cidades que mais conhecemos, com guia que fala português (veja o serviço de guia brasileiro em Munique). O primeiro passo é entrar em contato pelo WhatsApp e contar o que você procura. Se fizer sentido seguir juntos, o planejamento da viagem inteira custa €247: em três dias úteis você recebe uma proposta totalmente detalhada, que não é um roteiro dia a dia. O valor é integralmente creditado quando você contrata cinco ou mais dias de serviço. Voos comerciais e seguro viagem não estão incluídos; sobre eles, nós orientamos.

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Perguntas frequentes sobre o Palácio Nymphenburg

Onde fica o Palácio Nymphenburg?

No bairro de Nymphenburg, a oeste do centro de Munique, na Baviera. A parada de transporte público se chama Schloss Nymphenburg e é atendida pelo bonde 17 e pelos ônibus 51 e 151.

Quem construiu o Palácio Nymphenburg?

A construção começou em 1664, encomendada pelo eleitor Ferdinand Maria e por Henriette Adelaide de Savoia após o nascimento do herdeiro Max Emanuel, com projeto de Agostino Barelli. Max Emanuel ampliou o palácio a partir de 1701, com Henrico Zuccalli e, depois, Joseph Effner.

O parque do Palácio Nymphenburg é gratuito?

Sim. A entrada no parque, com cerca de 180 hectares dentro do muro, é gratuita. Pagam-se o palácio, o Museu das Carruagens com o Museu da Porcelana e os pavilhões do parque.

Ludwig II nasceu no Palácio Nymphenburg?

Sim. Ludwig II nasceu em 25 de agosto de 1845 no quarto da rainha Caroline, no pavilhão sul do palácio. O quarto faz parte da visita.

O que é a Galeria das Belezas?

É uma série de retratos de mulheres encomendada pelo rei Ludwig I: Joseph Stieler pintou 36 entre 1827 e 1850, e Friedrich Dürck acrescentou mais dois em 1861. Entre as retratadas estão Helene Sedlmayr, filha de um sapateiro, e a dançarina Lola Montez.

Os pavilhões do parque abrem no inverno?

Não. A Amalienburg, a Badenburg, a Pagodenburg e a Magdalenenklause ficam fechadas de 16 de outubro a 31 de março. No inverno, o ingresso combinado vale para o palácio e para o Museu das Carruagens e da Porcelana.

O que inclui o ingresso combinado de Nymphenburg?

O palácio, o Museu das Carruagens com o Museu da Porcelana e, de abril a meados de outubro, os quatro pavilhões do parque. O Museu Homem e Natureza e o Jardim Botânico têm ingressos próprios.

Tem passeio de gôndola no Palácio Nymphenburg?

Tem, por temporada: do fim de março ao fim de outubro, com bom tempo, principalmente de sexta a domingo e em feriados. Confirme a operação perto da data.

Fotos via Pixabay, sob a Pixabay Content License: Christel; designerpoint; WagnerAnne; Dieter_G. Informações conferidas em outubro de 2026 nos canais oficiais da administração dos palácios da Baviera (Bayerische Schlösserverwaltung), de München Tourismus e da MVV.

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